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Sensacional

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Written by @antoniofonseca

segunda-feira, 27 abril, 2009 at 10:47 pm

Publicado em Apple, Humor

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“Laptop hunters”, uma releitura

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Written by @antoniofonseca

terça-feira, 14 abril, 2009 at 8:40 pm

Publicado em Apple, Humor, Mac, Microsoft, PC

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Sobre o mais recente comercial da Microsoft que ataca a estética e o poder computacional do Mac

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Dando continuidade a campanha publicitária que busca promover PCs genéricos executando Windows como soluções mais atraentes que o Mac, a Microsoft confronta estética versus especificações em um novo comercial sugerindo que a vantagem do PC não está apenas no preço mais baixo como o comercial anterior tenta ressaltar. No entanto o resultado final parece não ser exatamente o que a Microsoft planejava.

Depois de Lauren, dessa vez o personagem é Giampaolo, alguém que afirma estar em busca de portabilidade, autonomia de bateria e velocidade de processamento. “Eu sou um usuário experiente”, ele diz, “e sei exatamente o que quero. Eu quero um computador que me permita customizá-lo.” Ele aparece fazendo compras na Fry Eletronics onde segura um MacBook unibody e diz, “Ele tão sexy!”

Giampaolo explica porque não o comprará dizendo: “Macs para mim são pura estética, mais do que poder de processamento. Eu não quero pagar pela marca, eu quero pagar pelo computador.”

Mas é claro que quem está pagando pelo computador de Giampaolo é a Microsoft e Steve Ballmer não está nem um pouco interessado em promover um MacBook. Então, Giampaolo com um orçamento de $1500 acaba comprando um HP Pavilion HDX 16t, e se refere a ele dizendo que é tudo aquilo que ele precisa.

O computador é enorme

No website da HP, esse modelo começa com um preço de $1000. Na Fry, o vendedor informa que o valor para a configuração típica desse equipamento é de $1100, no entanto a configuração recomendada pela própria HP para esse modelo fica em torno de $1400, ainda dentro do orçamento de Giampaolo. Mas trata-se de uma escolha pouco usual para alguém em busca de portabilidade, o modelo tem uma tela de 16″ widescreen e pesa em torno de 3,3Kg, apenas o computador. Aproximadamente o dobro do “sexy” MacBaook que “é pura estética”.

O HP certamente não “é pura estética” pois o corpo de plástico barato do Pavilion HDX 16t é quase 4,5cm mais grosso e muito mais volumoso que o MacBook. O equipamento é enorme mas a tela de 16″ do equipamento exibe uma resolução de miseráveis 1366×768 pixels. Giampaolo poderia fazer um upgrade opcional para 1920×1080 mas isto o deixaria acima da faixa de $1500 do seu orçamento artifical, mesmo considerando um desconto de $200 oferecido pela HP.

Uma autonomia de bateria não exatamente boa

“Qual equipamento teria a melhor autonomia de bateria e ainda assim seria capaz de estar de acordo com as minhas necessidades?” – Giampaolo pergunta enquanto faz a compra. Certamente não o modelo que ele escolheu.

A HP informa que a bateria que acompanha o equipamento possui autonomia de até 3 horas, porém de acordo com opiniões no site da fabricante o equipamento em questão não atinge 2h. O que está longe de ser o adequado para esta categoria de equipamento. A HP tambem oferece uma expansão da bateria por $150, capaz de dobrar a autonomia mas ela precisa ser adaptada na traseira do notebook, imagine isso para um equipamento que por si já é bastante volumoso. O “sexy” MacBook possui uma autonomia de 5h com apenas uma bateria.

Trata-se de um forte concorrente

Em termos de potência, a terceira da lista de prioridades de Giampaolo, em sua “configuração recomendada” o HP Pavilion HDX 16t, que ele aparentemente adquiriu, é entregue com um processador Core 2 Duo P7450 de 2.13 Ghz com 4GB de RAM PC2-5300. Trata-se de uma arquitetura de memória mais lenta que aquela oferecida pela Apple desde 2006 para o MacBook.

O MacBook mais recente, o mesmo que Giampaolo afirmou tratar-se de “pura estética” vem equipado com um Core 2 Duo P7350 ou P8600 com RAM PC3-8500 DDR3, oferecendo taxas de transferência até duas vezes mais rápidas que a máquina HP escolhida por ele.

E isso tudo considerando as afirmações de que Macs “são pura estética, mais do que poder de processamento”, e que Giampaolo é “um usuário experiente”.

Felizmente Giampaolo tem conhecimento suficiente para decidir fazer um upgrade para a versão de 64 bits do Windows Vista que acompanha o equipamento (ou um downgrade para o Windows XP de 64 bits), para poder utilizar os 4GB de RAM instalados uma vez que a versão padrão do Windows pode usar no máximo 3GB de RAM, uma limitação técnica que ele não enfrentaria com um MacBook.

Levando em consideração que apenas uma fração da base instalada de PCs executa versões de 64 bits do Windows (a Microsoft informa que menos de 6% dos usuários que chegam aos servidores de atualização do Windows estão executando a versão do Vista de 64 bits, segundo números de junho do ano passado), então devem existir realmente muitos “usuários experientes” com memória instalada em seus PCs que nem sequer será utilizada.

Mesmo sendo possível para Giampaolo aumentar a capacidade de memória instalada, ele não conseguirá atualizar seu novo PC para pentes DDR3 mais rápidos, justamente aqueles que equipam o MacBook. Isso tornaria o sistema mais rápido como um todo e permitiria tirar vantagem completa do barramento de 1066Mhz utilizado pela CPU instalada, que a HP decidiu desperdiçar reduzindo a arquitetura de memória para 533MHz por economia e disponibiliza um equipamento mais barato para compradores que não sabem o que realmente estão adquirindo e seguem comprando guiados apenas pela falsa percepção provocada por sonoros GBs e Mhz, em lugar de selecionar um computador que realmente faz aquilo que eles desejam.

Giampaolo foi ludibriado pelo marketing

E apesar da pouca grana economizada (ele poderia ter comprado um MacBook topo de linha adicionando apenas $100 do seu próprio dinheiro ao orçamento definido pela Microsoft), Giampaolo agora precisará sair em busca de software, onde ele seguramente gastará algumas centenas de dólares para conseguir alguma equivalência com a funcionalidade e usabilidade proporcionadada de graça pelo iLife e Mac OS X, que já são fornecidos pela Apple junto com o MacBook.

Giampaolo ainda precisará gastar algumas horas do seu dia para instalae e configurae anti-vírus e anti-malwares e mesmo ainda assim se preocupar com pragas digitais como o worm Conficker, para o qual a Microsoft estampa um alerta na página principal de seu website corporativo.

Porém o ponto mais estranho nesse comercial é que Giampaolo não obteve a portabilidde, a boa autonomia de bateria e a performance que ele queria. Apenas terminou com uma máquina de aparência barata cujas limitações técnicas são obscurecidas pela propaganda enganosa pseudo-orienta à especificações. Ou seja, o que ele mais buscava adquirindo este HP, comprar um computador e não a marca, não aconteceu. E não aconteceu porque é exatamente isso que a Microsoft espera que as pessoas façam: comprem a marca dela em lugar de comprar um computador que faça o que elas realmente desejam.

Tradução (livre) do post Microsoft's latest ad attacks Mac aesthetics, computing power - Apple Insider

Written by @antoniofonseca

segunda-feira, 6 abril, 2009 at 5:48 pm

Publicado em Mac, Microsoft, PC

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Dell Studio XPS 435

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Que tal um destes, heim?

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Dell XPS 435

  1. Core i7 Quad Core processors, including the 920, 840 and 965 Extreme Edition
  2. Up to 24GB Tri-channel DDR3 memory via 6 DIMM slots
  3. A range of ATI graphics cards including the Radeon HD3450, HD3650 HD4670, HD4850 and HD4870
  4. Up to a total of 4.5TB in 3 hard drive bays
  5. A slew of external connectivity ports including 8 external USB 2.0 ports, Firewire and eSATA
  6. A 475-watt power supply

E logo me ocorre a enorme discrepância atual entre o avanço alcançado com o hardware versus a letargia que tomou conta do software na plataforma PC (em grande parte culpa de quem?).

Simplesmente não existe um sistema operacional à altura da tarefa de colocar essa maravilha para funcionar em todo o seu esplendor.

As apostas mais próximas são:

# Vista em sua encarnação de 64bits, porque dentre outras coisas a versão “normal”  de 32bits não é sequer capaz de reconhecer míseros 4GB de RAM. Sistema operacional não basta, cadê o software de 64bits maduro capaz de tirar proveito de tamanha potência sob a plataforma Windows?

# GNU/Linux – sim, Linux é melhor pedida. Infelizmente algum malabarismo ainda será necessário para explorar tudo o que a máquina pode oferecer, especialmente se estamos falando de jogos. Ainda assim é o único SO de 64bits, para usuário final, “oficialmente” capaz de dar conta do serviço.

Nestas horas fico pensando como faz falta um Mac OS X para PC!

Quem sabe no futuro próximo o Ubuntu pode se tornar uma resposta segura para essa questão.

Written by @antoniofonseca

sábado, 28 fevereiro, 2009 at 4:05 pm

Publicado em Linux, Mac OS X, PC, Tecnologia, Windows

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Dell lança Studio Hybrid no Brasil

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studiohybrid

Dell colocou à venda no Brasil o compacto e elegante Studio Hybrid.

Vale a penas dar uma olhada nesse PCzinho.

Written by @antoniofonseca

terça-feira, 4 novembro, 2008 at 4:31 pm

Publicado em Dica, Tecnologia

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O principal desafio do Android

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Notícia: HTCs com Android estão atrasados – IT Web

Pode ser que isso não passse de especulação (eu particularmente acredito que seja verdade), mas o Android está com o cronograma atrasado e pelo menos um fabricante importante para o sucesso da iniciativa pode estar cobrando garantias para seguir adiante. É algo bastante razoável, principalmente em vista dos anúncios recentes de aquisição de 100% do Symbian pela Nokia (e da promessa de abertura integral da plataforma) e do modelo de desenvolvimento e comercialização subsidiados pela AT&T para o Apple iPhone.

No caso do iPhone existem ainda algumas vantagens para posicioná-lo como a próxima grande plataforma computacional. O iPhone está baseado em soluções tecnológicas padronizadas e consistentes, o que facilita bastante o processo de desenvolvimento de novas aplicações. Existe também um canal bem definido e padronizado para a distribuição destas aplicações, a App Store.

Contra o iPhone pesa o fato da plataforma estar excessivamente dependente de uma única empresa, a Apple. No entato isso não parece suficiente para afastar os desenvolvedores até o momento.

Eu particularmente aposto no Android em termos de potencial, acho que ele realmente pode vir a se tornar mais importante e popular do que o próprio PC (isso mesmo). Há muita coisa a seu favor principalmente o fato da telefonia móvel estar completamente acessível e disseminada em todas as faixas econômicas e sociais. Podemos ainda adicionar a esse cenário o fato do Android se tornar uma plataforma realmente barata, flexível e com alto poder computacional. Seria difícil não obter sucesso.

Ou não, caso a Google e a Open Handset Alliance não consigam superar os desafios impostos pelas idissincrasias do modelo open source quando aplicados a computação para uso pessoal.

Será determinante para o sucesso do Android que sejam criadas soluções consistentes e eficazes para superar as barreiras atuais como esse possível pedido de maiores garantias feito pela HTC, dentre outras.

Eu espero sinceramente que o Android não tenha o mesmo destino do OLPC. Está ficando melancolicamente evidente que o verdadeiro legado do XO será o de ter influenciado o desenvolvimento tecnológico necessário ao surgimento e popularização de equipamentos como os netbooks. Uma vez que as ambições educacionais do projeto estão a cada dia que passa ainda mais distantes de se concretizar.

O Android tem o potencial de transformar a forma como nos comunicamos e processamos informação, mas é preciso evitar a armadilha da fragmentação ironicamente herdada de sua principal vantagem, a utilização de software open source.

Para encerrar eu não poderia deixar de comentar sobre o Moblin. Trata-se de uma proposta que na minha opinião não possui o mesmo apelo de sucesso (ou alcance) do Android.

Gostaria de deixar claro que não estou afirmando tratar-se de algo menor ou sem importância, não é isso. Mas o Android já nasce como uma plataforma destinada às massas enquanto que o Moblin, por suas características, basicamente ainda oferece atrativos apenas para uma parcela menor do mercado formada por geeks, consumidores de alto poder aquisitivo e etc.

Em resumo, a melhor aposta para popularização em larga escala do open source e principalmente do Linux, está em não deixar escapar a oportunidade criada pelo Android.

Cuidado Google, cuidado Open Handset Alliance!

Written by @antoniofonseca

segunda-feira, 11 agosto, 2008 at 2:30 pm

Incontestavelmente dois dentre os melhores sistemas operacionais já desenvolvidos

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Esse mês de outubro de 2007 entrará para a história como o momento em que foram lançadas, com apenas uma semana de diferença, as duas mais novas e importantes versões de dois dentre os melhores sistemas operacionais já desenvolvidos.

Estou falando do Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon e do Mac OS X 10.5 Leopard.

Sobre o primeiro pode-se afirmar que se trata da distribuição GNU/Linux mais amigável, simples, poderosa e de maior sucesso disponível na atualidade. O segundo é a quinta encarnação do incrivelmente bem sucedido Mac OS X da Apple, agora um sistema operacional UNIX completamente certificado.

Os dois sistemas possuem um conjunto de características, principalmente relacionadas a usabilidade, que proporcionam importantes diferenciais em relação a concorrência.

Algumas características estão presentes em ambos e muitas estão relacionadas com a utilização de software open source.

O Ubuntu é um legítimo representante dos sistemas operacionais livres (baseados em Linux) e o Mac OS X um conjunto bem integrado e equilibrado de software proprietário e open source.

Segue uma rápida lista destes componentes open source:

Linux e Darwin (respectivamente os núcleos destes sistemas operacionais), bash (shell), vim (editor de textos), OpenSSH (login remoto), Apache (compartilhamento web), BIND (resolução de nomes), SAMBA/NFS (compartilhamento de arquivos), tftpd (acesso FTP), CUPS (impressão), ports (gerenciador de pacotes), etc.

Sem falar nas aplicações para desktop, disponíveis para os dois sistemas:

Firefox, NeoOffice (OpenOffice.org), Gimp, Inkscape, Miro, Nvu, Rdc (rdesktop), VLC, etc.

Software open source geralmente é mutliplataforma (executa em vários sistemas operacionais) e possui uma importante característica, é desenvolvido tendo a segurança como prioridade. Uma coisa que contrasta com muita solução popular encontrada por aí.

Estes dois sistemas são a prova incontestável de que software pode ser ao mesmo tempo simples, amigável, estável e muito confiável.

Não importa se optou por usar um PC com o Ubuntu instalado (até mesmo com outra distribuição Linux moderna) ou um Apple Macintosh com o notável Mac OS X, tenho certeza que você experimentará o que de melhor a atual tecnologia pode proporcionar.

E o que também é muito importante, com toda a segurança e em ótima companhia.

Written by @antoniofonseca

sábado, 27 outubro, 2007 at 8:54 pm

Publicado em Mac OS X, Opinião, Ubuntu

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