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Plug-in do Google no IE pode, mas da Microsoft no FF fuja!

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Quando você decide instalar um plug-in desenvolvido pela Google para melhorar o IE tudo bem. No entanto quando a Microsoft decide fazer o mesmo no Firefox sem o seu consentimento seria possível esperar algo realmente bom?

Dica de leitura: Silent Install Firefox Plugin Backfires on Microsoft, OS News

Written by @antoniofonseca

sábado, 17 outubro, 2009 at 6:45 pm

Publicado em Firefox, Microsoft

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IE8 bate Firefox e Chrome (só mesmo na propaganda)

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internet_explorer“The site has a lot of good information, but all in all, it is covered with PR propaganda that does more harm to IE8 than good, at least for tech-savvy users who tend to hate Microsoft’s browser. The first section is fine, but the second and third sections are a turnoff.” Ars Technica

Leia também: A piada do dia, asf@web

Written by @antoniofonseca

domingo, 21 junho, 2009 at 11:11 pm

Publicado em Internet, Microsoft

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Agora a Microsoft resolveu apelar (?)

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Como vencedora da primeira guerra dos navegadores a empresa fundada por Bill Gates e Paul Allen conseguiu durante alguns anos obter praticamente a hegemonia da Internet com o seu navegador, o Microsoft Internet Explorer.

As consequências de tamanho sucesso não foram nada positivas, dentre elas: uma web insegura, não aderente a padrões e toda sorte de incompatibilidade para o conteúdo disponível. No último caso em especial, exatamente o oposto do objetivo original para a rede.

Felizmente no início do atual século um navegador de código fonte aberto e aderente a padrões, o Firefox da Fundação Mozilla, nos trouxe algum alento. Nos últimos tempore a base instalada do navegador da Fundação Mozilla vem crescendo de forma considerável.

Em seu rastro, a renovação do interesse por esse tipo de software culminou com lançamento de várias opções em navegadores para web e engines para a construção desse tipo de software. A maioria baseada em código fonte aberto e praticamente todos aderentes a padrões. Essa renovação trouxe um sopro de vida para a Internet e estimulou diretamente um conjunto de inovações tecnológicas que somadas proporcionaram a web colaborativa que utilizamos atualmente, também chamda por alguns de web 2.0.

Dentre as inovações mais recentes e promissoras podemos citar o HTML 5 e as máquinas virtuais JavaScript. Essa duas tecnologias tem potencial para promover algumas pequenas mais importantes revoluções na web.

Mas uma resposta dissimulada da Microsoft (mais uma) para tentar frear o avanço na adoção de tecnologias abertas não tardou e responde pelo nome de Silverlight.

Para o público leigo Silverlight não passa de uma alternativa da Microsoft ao Adobe Flash ou Adobe Flex para distribuição de conteúdo interativo e multimídia. Infelizmente a realidade não é exatamente essa.

Decisões de projeto para a mais recente versão do navegador da Microsoft, o Internet Explorer 8, mais especificamente no que diz respeito a ausência de uma máquina virtual JavaScript com a mesma qualidade e performance oferecida pela concorrência, parecem revelar que a Microsoft continua refratária a adoção de padrões para suas estratégias de Internet. E nesse caso em específico pretende posicionar o Silverlight como “máquina virtual universal” de sua estratégia de desenvolvimento para web. Uma máquina virtual próprietária e incompatível com todo o resto.

E agora depois de toda uma longa introdução, finalmente chegaremos ao ponto central desse post,  a seguinte manchete:

Playboy libera arquivo com 53 anos de revistas de graça na web – IDGNow!

Só tem um detalhe, Silverlight é o requisito essencial para acesso ao conteúdo!

Com essa a Microsoft atinge em cheio um público que responde por um percentual siginificativo do tráfego da web. Nice move!

Written by @antoniofonseca

sábado, 21 março, 2009 at 4:56 pm

Ballmer exibe números interessantes sobre penetração de mercado de diversas plataformas

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Ballmer (em reunião com analistas na semana que passou, em NY) exibide dados que na minha opinião são mais representativos e fiéis a realidade atual da indústria, do que qualquer outra pesquisa já publicada. Em especial no que diz respeito a penetração de mercado de sistemas operacionais e navegadores web.

Vejamos o gráfico:

27-slide_ballmer

Fica nítido o potencial estrago que o Linux pode causar nos negócios da Microsoft, muito mais do que o Mac. Ocorre que provavelmente uma expressiva parte destes números representa uso dos sistemas dentro das empresas, ou seja, se somarmos a participação do Mac nas residências e dentro das empresas, segundo o gráfico do Ballmer, ela ainda é menor do que a participação atual do Linux! Pensando bem, é bastante razoável vocês não acham?

Mais do que razoável. Especialmente levando em conta um outro dado, o próprio Steve Jobs (CEO da Apple) não esconde de ninguém que ele acredita que a Apple perdeu para a Microsoft a briga pela computação nos escritórios e isso aconteceu antes mesmo do seu retorno para o comando da empresa em 1997.

Portanto, Jobs hoje direciona toda a energia da Apple para a estratégia de substituir o Windows, pelo Mac, como a plataforma de computação pessoal preferida. E o pessoal de Cupertino está obtendo um sucesso inédito com essa inicitiva.

Some-se a isso o fato de que o Linux ainda é uma plataforma muito fragmentada, representada por múltiplas distribuições e sem uma padronização mais abrangente (excessões à parte).

Vejamos também a penetração de outra variante de software open source, o Mozilla Firefox. Segundo o gráfico do Ballmer sua participação ocupa quase 1/4 da imagem!

É importante levar em consideração o fato de que estamos falando de um software que não é distribuído com o Microsoft Windows (líder incontestável no mercado de sistemas operacionais, dentro e fora das empresas). Ou seja, é necessário que o usuário que deseja utilizá-lo decida instalar o navegador de alguma forma no sistema que utiliza (notadamente seja feita uma excessão a plataforma Linux, pois a maioria das distribuições já adotam o Firefox como navegador padrão)

A única referência a origem dos dados presentes nesse gráfico encontra-se no rodapé da imagem e informa de tratar de uma análise interna da Microsoft.

No entando, levando-se em conta que a Microsft sabem muito bem quantas licenças do Windows já vendeu e que não ganhariam nada inflando os números da concorrência, reitero que acredito se tratar de uma uma material revelador e bastante próximo da realidade atual do mercado.

Para encerrar, vou compartilhar um pensamento que me ocorreu: o Ballmer mesmo quando acerta, parece errar! Até menos quando estão em jogo os interesses da empresa que ele comanda.

Antes que eu esqueça, vale desconsiderar a declarações dele no que se refere a RIM e principalmente ao iPhone, é apenas despeito. E comparar o Windows Mobile com o Android soa mais como uma tentativa de dizer que a plataforma da Microsoft ainda possui alguma sobrevida.

Leia também: Ballmer sees Mac as a main competitor, iPhone as just buzz – AppleInsider

Written by @antoniofonseca

sábado, 28 fevereiro, 2009 at 10:33 am

Publicado em Linux, Mac, Microsoft, Windows

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Cuidado com o que você anda lendo na Web

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Não, não estou falando de conteúdo impróprio para menores, mas é quase isso.

Recentemente a obscura Bit9 publicou um estudo afirmando que o navegador Mozilla Firefox pode ser considerado o aplicativo mais vulneráveis de 2008 (somente a versão para a plataforma Windows foi coberta pelo estudo).

Ocorre que a principal premissa do teste realizado pela Bit9 é no mínimo inconsistente. Pode-se até mesmo considerá-la mal-intecionada.

Eu explico:

A avaliação da Bit9 considera apenas o número de vulnareabilidades relatadas para os softwares avalidados. Não leva em conta quantas delas foram corrigidas e nem mesmo a velocidade com que isso ocorreu (a correção).

Sendo assim penaliza quem adotou um processo mais transparente de desenvolvimento do software. Baseado nessa premissa equivocada projetos open source seriam potencialmente mais vulneráveis que software de código-fonte fechado e ponto final. Bobagem não é mesmo?

Mas quem será que está por trás do tal estudo? Quem o financiou?

Infelizmente mais uma vez quem mordeu a isca lançou o hoax na Internet foi o jornalista Carlos Machado da Info.

Leia aqui como a Mozilla se manifestou oficialmente a esse respeito.

Written by @antoniofonseca

quarta-feira, 17 dezembro, 2008 at 12:09 pm

Publicado em Firefox

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Mac OS X 10.5.6 liberado (2)

with 4 comments

Infelizmente o update em questão não corrigiu o irritante bug com o MIME no Leopard, introduzido com o iTunes 8 e Quicktime 7.5.5.

O problema se manifesta quando o usuário tenta acessar algum vídeo Quicktime embutido em páginas da web, como por exemplo estes encontrados aqui.

Existe um workaround para o Safari, você pode manter o sistema em português do Brasil, mas deve desativar o suporte a ele especificamente para o Safari. A configuração é simples:

1- Abra o Finder e acesse a pasta Aplicativos;

2- Clique com o botão do direito do mouse no ícone do Safari (ou mantenha a tecla control pressionada enquanto clica no ícone). Selecione a opção Obter Informações e na seção Idiomas da caixa de diálogo que será exibida, localize a opção português e desmarque-a. Não é necessário desmarcar português (Portugal);

3- Feche a caixa de diálogo.

Pronto, agora ao executar o Safari (se você estiver usando as configurações default para o português do Brasil) o navegador será lançado em inglês e os vídeos Quicktime embutidos nas páginas web funcionarão sem problemas. Essa dica me foi repassada pelo Sérgio Miranda, da ótima (recomendo) Mac+.

Infelizmente ainda não consegui uma solução para os demais navegadores. No caso do Firefox, tanto faz português ou inglês, o problema sempre ocorre.

Quem chegar a uma solução por favor compartilhe-a aqui conosco.

Written by @antoniofonseca

terça-feira, 16 dezembro, 2008 at 11:05 am

Google reconsidera e abre espaço para mais licenças open source

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Google volta atrás e passa a permitir a hospedagem de projetos sob a Mozilla Public License e Eclipse Public License no Google Code.

Segundo Chris DiBona (Open Source Program Manager do Google) a maneira como a empresa passou a enxergar essas licenças mudou. Antes havia uma preocupação bem maior em desencorajar a proliferação de licenças open source.

Hoje, segundo DiBona, a saúde da comunidade em torno do Eclipse e o enorme interesse de grupos em utilizar a MPL para, por exemplo, permitir o desenvolimento de adições ao Firefox e a outros projetos da Mozilla, forçaram o Google a reconsiderar sua posição.

Leia a notícia no Cnet News.

Written by @antoniofonseca

sexta-feira, 29 agosto, 2008 at 12:49 am

Publicado em Google

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