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Ubuntu continua liderando

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O Google Trends atualizado recentemente exibe uma boa medida da popularidade das distribuições Linux e Ubuntu continua sendo a distro No1 em buscas realizadas. Seguem no segundo lugar emparelhadas Debian e Fedora, enquanto SuSE apresenta uma pequena tendência de queda em terceiro lugar. Logo depois estão Gentoo, Madriva, Red Hat e Kubuntu.

Embora essa medida de popularidade não represente necessariamente o market/mind share das distribuições, ela pode ser considerada uma boa aproximação da realidade.

Fonte: OS News

Written by @antoniofonseca

domingo, 5 agosto, 2007 às 11:19 pm

Publicado em Linux, Ubuntu

3 Respostas

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  1. […] en | asf@web Tambien te puede […]

  2. Embora não discorde dos resultados, não acho que dá pra considerar uma “boa aproximação” aquilo que põe a popularidade de PHP e Java como sendo o triplo de C++…

    Olavo

    terça-feira, 7 agosto, 2007 at 12:27 am

  3. Estamos falando sobre distribuições Linux e não sobre linguagens open source. São coisas distintas e eu acho que não dá para fazer uma avaliação utilizando exatamente os mesmo critérios.

    Para as distribuições, você deveria saber, estão disponíveis e é fácil fazer uma análise com eles, vários outros indicadores além dos números do Google Trends, para medir justamente o nível de interesse e a popularidade de cada uma delas.

    Existem por exemplo dados sobre o volume de downloads registrados (mantidos pelo Distrowatch). Existe, no caso do Ubuntu, os números oficiais fornecidos pela Canonical (~10 milhões de usuários), etc.

    Pode-se medir também o volume de atividade e o número de iniciativas criadas e mantidas por cada comunidade em torno de uma distribuição.

    Em resumo, a intenção desse post não é de fazer um comparativo bobo sobre a popularidade de cada distribuição Linux.

    O objetivo é alertar para elementos que eu considero importantes:

    1) O sólido crescimento no interesse por sistemas operacionais de código aberto;

    2) A importância da fidelidade aos princípios do código aberto.

    No caso do item 2 fica claro o impacto negativo sobre o nível de interesse e popularidade na distribuição que escolheu enveredar por um caminho tortuoso, em uma busca ‘egoísta’ por obter vantagens a qualquer custo sobre as demais.

    Ainda sobre o item dois, poderíamos até chamar esse fenômeno de “efeito Microsoft” ou de “microsoftização”.

    Recomendo a você a leitura do post recente “Shuttleworth: Microsoft está fraturando a comunidade open source” aqui no ‘asf@web’.

    Abraço,

    ASF

    ASF

    terça-feira, 7 agosto, 2007 at 10:33 am


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